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Algumas fotografias cedidas por aficionados (Patrícia Sardinha, Paulo Torrado e Francisco Romeiras)
![]() ![]() REACÇÕES DO CAVALEIRO À CORRIDA DE DIA 18 DE MAIO
A corrida de reabertura do renovado Campo Pequeno, a 18 de Maio de 2006, foi, sem dúvida alguma, um dos momentos áureos da carreira de António Ribeiro Telles. Recebeu o seu primeiro toiro, da ganadaria Vinhas, com um emotivo ferro em sorte de gaiola, montado no Opium, mostrando as ganas que trazia de triunfar. Os outros dois compridos, de praça a praça, prenunciaram uma noite grande para o ginete da Torrinha. Para os curtos sacou o Piri-Piri e cravou quatro curtos ao som de música. No segundo toiro do seu lote mostrou que não estava ali para outra coisa que não fosse triunfar! Recebeu o toiro junto à porta dos curros e correu o “Vinhas” por trás, com o Opium, em três voltas à praça, mostrando poderio e classe nesta forma de lidar que é seu apanágio. Três compridos de praça a praça a dar as vantagens todas ao oponente criaram, nos aficionados, o desejo de assistir a uma grande série de curtos. António saiu à praça no Pintor e, ao som dos passodobles, rubricou uma lide que ficará na memória de quem a ela pôde assistir! Cinco curtos, o ultimo a pedido do público e brindado a seus irmãos e sobrinhos, levaram a assistência a aplaudir de pé o labor do cavaleiro. Duas voltas à arena e um Campo Pequeno entregue à maestria e alegria contagiante de António Ribeiro Telles. Sentidas e profundas são as suas palavras quando recorda essa noite. “Primeiro que tudo agradeço a Deus a ajuda e a força que me tem dado ao longo da vida, ao meu Pai que me ensinou tudo o que sei e que me proporcionou fazer aquilo que mais gosto e queria na vida! Esta noite ficará para sempre na minha memória, por muitas razões; a primeira porque actuei na reabertura da catedral do toureio a cavalo; a segunda porque, como já o disse muitas vezes, é a praça que tem um lugar muito especial no meu coração; a terceira por se comemorar nesse dia os 48 anos de Alternativa do meu Pai tirada nesta mesma praça, e saber que mesmo não estando presente, como era seu costume, na trincheira, estava em casa a ver-me. Agradeço ter a sorte de poder ter sempre a meu lado os meus irmãos e sobrinhos, que sempre me acompanham, o facto de tudo ter corrido bem, e poder de novo sentir o público da Catedral comigo, nos seus aplausos sentidos! Não quero deixar de agradecer a todos os amigos que nesse dia tão especial rezaram por mim e me apoiaram, aos que cá já não estão, como a minha Mãe, o Bacatum e o Vilaverde, que tanto gostariam de viver esta noite comigo, mas que lá do Céu me deram um apoio muito especial!
Obrigado Campo Pequeno!”
Não há coisa mais bonita no toureio, do que serem os toureiros a admirarem os seus companheiros! Nesta fotografia, que foi tirada no dia 18 de Maio de 2006, data da reinauguração do Campo Pequeno, quando dei a segunda volta à arena, o João Moura atirou-me o seu tricrónio. Antonio Ribeiro Teles
CRITICAS SOBRE A CORRIDA“António montou “cátedra ” na reabertura da Catedral”(…) António Ribeiro Telles esteve à altura do acontecimento, em noite absolutamente portentosa. Foram duas lides exemplares, extraordinárias, de verdadeiro maestro, marco indelével que perdurará nos anais da centenária arena, padrão do toureio a cavalo na sua máxima expressão. Das duas, tenho dúvidas em decidir-me por uma delas em particular, tal foi a maestria, a ligação e a profunda toreria que exalaram das obras-primas de António. Montando o “Opium” abriu a noite com uma arriscada e cingidíssima gaiola, aguentando posteriormente a forte carga do toiro, levando a investida por diante, sem se dobrar, enorme de temple e de emoção; a que se seguiram duas tiras de perfeita execução. Para os curtos sacou o “Piripiri” para colocar quatro curtos em sortes frontais, viagens puras, quarteios apertados e reuniões cingidas, tudo impregnado de classe, sentido toureiro e sabor antigo. Verdadeiro deleite! Voltou ao portão dos sustos, mas desta vez para trazer na garupa do “Opium” a impetuosa investida do quinto, aguentou-lhe a velocidade em círculos que foram progressivamente diminuindo de diâmetro até o parar, distanciou-se, provocou, deu primazia ao arranque do “vinhas”, impulsionou o cavalo, ganhou o piton direito e cobrou um ferro que levantou as bancadas. Na segunda tira o ferro ficou traseiro, e na terceira abriu um pouco a viagem.Desta imperfeição ressarciu-se de imediato com o “Pintor”, numa série de cinco curtos de grande nível, com leves entradas ao piton contrário, sem desequilibrar o toiro, arredondando-se sobre o corno de saída, com domínio do centro das sortes, para cobrar no alto e nos limites do risco. Se a isso adicionar a forma portentosa como preparou as sortes, o resultado da lição está explicado. Um verdadeiro hino ao toureio a cavalo. E a Catedral explodiu de alegria para saudar o regresso do maestro! (…) In, Novo Burladero, Junho 2006, Nº212, “ António montou “cátedra” na reabertura da Catedral”, por João Queiroz
"A porta grande ficou por abrir"(...) Em tauromaquia há coincidências, detalhes, coisas que acontecem, que mais parecem predestinadas e que nos deixam a pensar sobre o grande enigma de um ser superior que paira sobre a nossa existência.Nesta mesma praça e neste mesmo dia, mas em 1958, o jovem David Ribeiro Telles, tomava a alternativa de cavaleiro profissional e iniciava aqui uma carreira que o iria conduzir á condição de figura do toureio e depois ao titulo de mestre que lhe foi outorgado com todo o mérito. Quarenta e oito anos mais tarde, seu filho António Telles , actuando numa corrida que fica a marcar a nova história, bordou aqui o toureio a cavalo de uma forma sublime, com duas actuações redondas, emotivas, cheias de garra e entrega. António é um dos artistas que muito admiro, sobretudo porque respira toureria dentro e fora da arena. A sua noite foi redonda e atrevo-me a dizer perfeita. Os seis ferros compridos, citados de praça a praça, a primazia de investida que deu aos toiros e a sua execução ficam como um marco importante nesta temporada e o público sentiu isso de forma particular. E até os seus andamentos foram mais suaves, deixando-se ver e atacando no momento exacto para a colocação das bandarilhas curtas. Tourear bem é assim senhores. Procurar acoplamentos com os toiros, conexão com o público, criar harmonia de movimentos, fazer arte numa palavra e é por isso que tourear assim é tão difícil. António conseguiu tudo numa noite, que por certo lhe ficará gravada na memória. O Campo Pequeno tem uma nova porta grande que dá directamente para a Av. da República, destinada por certo à saída dos triunfadores e, nesta noite, era por ali que António Telles deveria ter saído a ombros e em glória pois o merecia com a justiça. Não seria novidade para mim se me viessem contar que, naquela noite na Torrinha, frente ao televisor, o venerável David Ribeiro Telles tinha deixado as lágrimas tomarem conta das suas emoções. O sentido de família que os Telles têm e que exibem com orgulho em todo o lado, fá-los assim. E depois, António merecia esta noite assim. Pelo que tem lutado, pela sua carreira, pelas suas virtudes de homem intrinsecamente bom, mas sobretudo e principalmente porque é um toureiro de expressão nobre tanto nos bons como nos maus momentos. Poderão então os menos avisados perguntar: Porque não é assim sempre? Não é assim sempre amigos, porque o acto de tourear não pode ser mecânico, feito a papel químico, imposto, mas antes é o resultado de uma série de factores que têm de se conjugar e bater certo. O toiro, os cavalos, a disposição e a inspiração do toureiro, o ambiente, o momento e isso, admitamos, é quase um milagre. Por isso esta festa é tão bonita, porque resulta de factores imprevistos resolvidos num momento e transformados em arte irrepetível. Quem me lê, sabe que os meus escritos não são crónicas de corridas. Procuram expressar tão-somente as emoções de um jornalista, que tem a sorte de ser aficionado e que usa a faculdade de escrever para compartilhar com os outros aquilo que sentiu. (...)
In, RUEDO IBÉRICO, Junho 2006, Nº14, por Francisco Morgado
"Finalmente!"(...) Aos aficionados, com caixa alta, aqueles que celebrizaram o Campo Pequeno como a arena que tudo dá e tudo tira no nosso País, pelo seu grau de exigência, interessa, isso sim, o rotundo, o grande, o maior triunfo de António Palha Ribeiro Telles! Que bonito foi para nós, velhos aficionados, com toda aquela moldura humana, termos assistido aquela monumental lição de Mestre António Telles , na versão mais clássica e pura do toureio a cavalo! Que bom é ter-se a noção exacta da emoção feita história! E já que não tiveram a coragem (ou que tiveram a falta de afición!) de sacar em ombros O António Telles pela novíssima Porta Grande - agora quem terá méritos para o fazer? - Resta-nos aplaudir o cavaleiro da Torrinha. (...)
In, Novo Burladero, Junho 2006, Nº212, " Finalmente! ", por Vítor Escudero
MONUMENTAL DO CAMPO PEQUENO CORRIDA DE REINAUGURAÇÃOEm praça os cavaleiros João Moura, António Ribeiro Telles e Rui Fernandes, frente a seis toiros da ganadaria Vinhas. Forcados Amadores de Santarém, Montemor e Lisboa. António Ribeiro Telles apresentou-se perante o público do Campo Pequeno envergando casaca bordeaux e montando o Malduende. Recebeu o seu primeiro toiro com um emotivo ferro em sorte de gaiola, montado no Opium, mostrando as ganas que trazia de triunfar. Os outros dois curtos, de praça a praça, prenunciaram uma noite grande para o ginete da Torrinha. Para os curtos sacou o Piri-Piri e cravou quatro curtos ao som de música. No segundo toiro do seu lote mostrou que não estava ali para outra coisa que não fosse triunfar! Recebeu o toiro junto à porta dos curros e correu o "Vinhas" por trás, com o Opium, em três voltas à praça, mostrando poderio e classe nesta forma de lidar que é seu apanágio. Três compridos de praça a praça a dar as vantagens todas ao oponente criaram, nos aficionados, o desejo de assistir a uma grande série de curtos. António saiu à praça no Pintor e, ao som dos passodobles, rubricou uma lide que ficará na memória de quem a ela pôde assistir! Cinco curtos, o ultimo a pedido do público e brindado a seus irmãos e sobrinhos, levaram a assistência a aplaudir de pé o labor do cavaleiro. Duas voltas à praça e um Campo Pequeno entregue à maestria e alegria contagiante de António Ribeiro Telles.
"O perfume da Arte de António Ribeiro Telles"(...) Contudo, a "performance" e a diferença do toureio de António Ribeiro Telles , um clássico da Arte de Tourear a cavalo, encheu-me o quarto, em que tenho o aparelho de televisão, do perfume da arte do bem tourear. Em António tudo é perfeito, tudo é belo, tudo respira arte, o seu toureio tem temple, das suas bem delineadas " sortes frontais" ás " tiras perfeitas", não existem piruetas nem martingalas, porque ele não necessita desses subterfúgios para chegar ao publico que o compreende como o Mestre que se sabe impor pela verdade e beleza que imprime ao seu toureio. Obrigado, António, pela lição que nos ofereceste, na noite de 18 de Maio do corrente ano e em que, muito merecidamente, foi lembrada a data da alternativa do outro cavaleiro ímpar, o meu querido amigo David Ribeiro Telles, que presentemente é o Reitor da Universidade da Quinta da Torrinha, em Coruche, e que tão bons " doutores" tem dado. (...) Assim, e depois do que vi pela televisão, mais uma vez direi: Viva a Corrida á Portuguesa! E viva o Cavaleiro António Ribeiro Telles que toureia como mais nenhum pode pensar em plagiá-lo. In, A União, "O perfume da Arte de António Ribeiro Telles ", sábado 20 de Maio de 2006 , por Ricardo Jorge
António Ribeiro Telles triunfa na reabertura do Campo Pequeno(...) António Ribeiro Telles foi o grande triunfador da corrida de toiros realizada no dia 18 de Maio que marcou o regresso da festa brava à remodelada e carismática Praça de Touros do Campo Pequeno, em Lisboa. O cavaleiro de Coruche alternou com João Moura e Rui Fernandes, daí ser um triunfo para recordar. (...) António Telles , que foi eleito pelos jornalistas de O MIRANTE como a figura da tauromaquia no ano de 2005, parece estar apostado em fazer ainda melhor em 2006. Foi uma noite muito especial para ele e para a sua família, pois fazia nesse dia 48 anos que o seu pai, mestre David Ribeiro Telles, tomou a alternativa de cavaleiro tauromáquico, precisamente no Campo Pequeno. Num alarde de confiança, António Telles optou por receber os dois toiros que lidou, com emocionantes sortes de gaiola, que desde logo lhe colocaram a maioria do público na mão. Depois bregou com sabedoria e no primeiro colocou a ferragem com grande precisão. No segundo esteve ainda melhor, esforçou-se e conseguiu um triunfo extraordinário, colocando dois ferros à tira, onde soube conjugar a velocidade do touro e do cavalo com grande mestria. A finalizar a lide, António Telles conseguiu em sites que o levaram a terrenos do toiro, colocar dois ferros curtos, que levaram os espectadores a aplaudi-lo de pé, fechando com chave de ouro uma noite para recordar. (...)
In, Jornal O Mirante, " António Ribeiro Telles triunfa na reabertura do Campo Pequeno ", Semanário Regional - Edição de 24-05-2006 de 2006, SECÇÃO: Cultura e Lazer
Reabertura do Campo Pequeno (Crónica de Carlos Grave)Campo Pequeno - 18 de Maio de 2006 Nesta noite pudemos constatar porque é que o Campo Pequeno é a 1ª praça do País. Não é por ser na capital, as razões são outras. Aqui, quando os artistas agradam o público, este retribui com palmas, quando não agradam, retribui com assobios, etc. Por aqui passaram já muitos toureiros, forcados, toiros, enfim, todos aqueles que são os protagonistas da corrida, e este público que embora tendo estado privado de assistir a corridas de toiros durante seis épocas, disse-nos a todos e, principalmente aos artistas, que quer continuar a ser exigente com quem pisa a sua arena, não lhe negando aplausos e apupos quando merecidos respectivamente. Se queremos qualidade no nosso espectáculo, não podemos ser condescendentes com a mediocridade, nem tratar tudo da mesma forma. Quem faz as coisas bem, tem o direito de ser tratado (pelas empresas e publico) de forma diferente daqueles que o fazem de forma menos apreciada. Se não fizermos isto, estamos a desmotivar aqueles que têm valor, uma vez que não os premiamos pela diferença que fazem dos outros. (...) Por fim falta-me falar de António Ribeiro Telles. O que vimos no Campo Pequeno foi um toureiro que interpretando esta arte da forma menos revolucionária, ou seja, mais clássica, ganhar a disputa aos seus colegas. António prova que para se triunfar não é preciso ser revolucionário nos toiros. Quando o toureio se pratica com a sabedoria dos terrenos que se pisam, com a entrega com que ele o faz, e com a raça nele contida, resulta num espectáculo impossível de ser descrito por palavras por mais eruditas que estas sejam. (...) (...) Resumindo a minha opinião sobre a actuação dos toureiros, achei que João Moura e Rui Fernandes tiveram ambos uma primeira lide muito boa, tendo a segunda sido menos conseguida. Quanto a António Telles penso que conseguiu bisar com duas monumentais faenas, ao melhor nível que me recordo de o ter visto. Estas duas lides apareceram na hora certa, na Praça certa e num momento em que alguns jovens cavaleiros ameaçam querer ocupar o seu lugar ! O António disse-lhes: " Se quiserem cá chegar tem de trabalhar muito porque sou osso duro de roer!" Parabéns aos três, mas principalmente ao António Telles que desta vez saiu triunfador. (...) 20 de Maio de 2006 Carlos Grave In, http://forcadosdesantarem.com/, acedido segunda feira, 22 de Maio, ás 14h.
Lisboa: lleno y gran ambiente en la reinauguración de CAMPO PEQUENO
LISBOA (Portugal). La plaza de toros de Campo Pequeno en Lisboa se reabrió al público de forma exitosa este jueves en festejo nocturno. El remozado y bellísimo coso lisboeta, cuya programación gestiona Rui Bento Vasques, se llenó por completo, con un magnífico ambiente y las cámaras de la televisión nacional RTP en directo. En lo artístico, de entre la terna de rejoneadores portugueses destacó la labor de Antonio Ribeiro Telles con el quinto, que le sirvió para dar dos aclamadas vueltas al ruedo. IN, WWW.MUNDOTORO.COM, “Lisboa: lleno y gran ambiente en la reinauguración de CAMPO PEQUENO.”, FRANCISCO MORGADO, ACEDIDO SEXTA-FEIRA 19 DE MAIO DE 2006, ÁS 16H35M
"EMOÇÕES AO RUBRO NO CAMPO PEQUENO"(...) A noite da reinauguração da praça de toiros do Campo Pequeno foi de emoções fortes que atingiram o seu clímax na emocionantemente brilhante actuação de António Ribeiro Telles frente ao quinto toiro da noite. Um portento de lide. Brega de elevada craveira, colocação do toiro perfeita para o desenho das sortes. A emoção foi em crescendo, como aliás toda a lide. Dois ferros compridos de praça a praça, dando primazia da investida ao toiro; na série de curtos, de antologia os quarto e quinto. Praça de pé, aplausos fortíssimos e muita gente emocionada por ver tourear como há muito se não via: com a verdade por diante e as entradas ao pitón contrário. António Telles já no primeiro assinara uma boa lide, a receber o toiro com uma vistosa sorte de gaiola muito bem rematada, e uma série de curtos de muito boa nota em sortes frontais de mérito e fortemente aplaudidas. (...) IN, WWW.TOIROSECAVALOS.COM, "EMOÇÕES AO RUBRO NO CAMPO PEQUENO.", ANTÓNIO LÚCIO, ACEDIDO SEXTA-FEIRA 19 DE MAIO DE 2006, ÁS 12H35M
"Benvindo, Campo Pequeno "(...) O curro de toiros Vinhas enviado para tão importante data foi dispar de comportamento, proporcionando algumas lides francamente boas, de entre as quais sobressai a grande actuação de António Telles frente ao quinto da noite, que lhe valeu duas emocionantes voltas à arena com o Campo Pequeno a aplaudir de pé. (...) IN, WWW.TOUROBRAVO.COM "Benvindo, Campo pequeño", PELA REDACÇÃO, ACEDIDO SEXTA-FEIRA 19 DE MAIO DE 2006, ÁS 4H35M
“António Telles triunfa, na reabertura do Campo Pequeno”
IN, WWW.TOUREIONOSAPO.PT, “António Telles triunfa, na reabertura do Campo Pequeno .”, SOLANGE PINTO, ACEDIDO SEXTA-FEIRA 19 DE MAIO DE 2006, ÁS 12H46M
¡Viva
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