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Sob o signo dos Ribeiro Telles
(...) António Ribeiro Telles bateu-se de igual para igual, com os seus joovens alternantes, pois na arena quem manda é a ambição de cada um, e a do tio- pese embora a sua veterania - não é inferior à dos sobrinhos.
O primeiro da nocturna foi um toiro de "outros tempos" que surpreendia a qualquer instante, a exigir um cavaleiro com experiência e muito oficio.
Por capricho do destino tocou ao maestro da Torrinha, o que serviu para evidenciar os seus recursos lidadores e a sua casta toureira.
Sobressaiu a forma como contornou os obstáculos montado no Rondeño e a concretização do quarto e do quinto curto.
Depois do intervalo, a actuação de António teve outros contornos. Com o Xairel apontou três compridos correctos e com o Santarém ( que na verdade até não esteve nos seus melhores dias) o seu labor resultou vibrante quer com o toiro à garupa, quer com ele pela frente, ainda que nem todos os ferros tivessem alcançado um nível alto.(...)
In, Novo Burladero, Edição Nº 263 - Outubro de 2010, "Sob o signo dos Ribeiro Telles" , por catarina Bexiga.
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